Archive for outubro, 2007

out 31 2007

A difícil arte de se prever o futuro…

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“No futuro, os computadores não pesarão mais do que 1,5 tonelada”(Popular Mechanics, prevendo a evolução da ciência, em 1949)

“Penso talvez que há no mundo um mercado para 5 computadores”(Thomas Watson, presidente da IBM, em 1943)

“Viajei por todos os lados deste país, e posso assegurar-lhes que processamento de dados é uma ilusão que não perdura até o final do ano” (Editor encarregado de livros técnicos da Prentice Hall, em 1957)

“Ta bom, mas para que serve ?” (Engenheiro da Divisão de Sistemas de Computação Avançada da IBM, em 1968, comentando sobre o microship)

“Não há nenhuma razão para que alguém queira ter um computador em casa” (Ken Olson, presidente e fundador da Digital Equipment Corp., em 1977)

“Este ‘telefone’ tem inconvenientes demais para ser seriamente considerado um meio de comunicação. Esta geringonça não tem nenhum valor para nós” (Memorando interno da Western Union, em 1876)

“A caixa de música sem fio não tem valor comercial imaginável. Quem pagaria para ouvir uma mensagem enviada a ninguém em particular ?” (Sócios de David Sarnoff em reposta à sua consulta urgente sobre investimentos em rádio nos anos 20)

“O conceito é interessante e bem estruturado, mas para merecer uma nota melhor que 5, a idéia deveria ser viável” (Um professor da Universidade de Yale em resposta a uma tese de Fred Smith propondo um serviço confiável de malote – Smith viria a ser o fundador da Federal Express Corp.)

“Quem se interessaria em ouvir os atores falar ?“ (H. M. Warner, Warner Brothers, no auge do cinema mudo, em 1927)

“Estou feliz por ser o Clark Gable a quebrar a cara e não o Gery Cooper” (Gary Cooper, a respeito de sua decisão de não interpretar o papel principal em….’E o vento levou’)

“Nós não gostamos do som deles, a música de guitarra está em franco desaparecimento” (Decca Recording Co., ao rejeitar os Beatles, em 1962)

“Máquinas mais pesadas que o ar são impossíveis” (Lord Kevin, presidente da Royal Society, em 1895)

“Se eu tivesse pensado a respeito disso, eu não teria feito a experiência. A literatura está cheia de exemplos mostrando que isso não pode ser feito” (Spencer Silver, a respeito de seu projeto que culminou com os adesivos ‘Post-it’ da 3M)

“Então nós fomos para a Atari e dissemos: ‘Hei, nós fizemos essa coisa engraçada, construída com algumas peças de vocês. O que vocês acham de nos financiar ? Ou então nós damos para vocês’. E eles disseram ‘Não’. Então nós fomos para a Hawlett-Packard, e eles disseram: ‘Nós não queremos vocês. Vocês nem terminaram a faculdade’. (Steve Jobs, fundador da Apple Computer Inc., na tentativa de atrair o interesse da Atari e da HP no computador pessoal projetado por ele e por Steve Wozniak)

“O professor Goddard não conhece a relação entre ação e reação e a necessidade de ter algo melhor do que o vácuo contra o qual reagir. Ele parece não ter o conhecimento básico ensinado diariamente em nossas escolas secundárias” (Editorial do New York Times, em 1921, a respeito do estudo revolucionário de Robert Goddard sobre foguetes)

“Broca para petróleo ? Você quer dizer furar o chão para achar petréleo ? Você está louco !” (Operários que Edwin Drake tentou contratar para seu projeto de prospecção de petróleo, em 1859)

“A bolsa alcançou um teto que parece permanente” (Irving Fisher, Professor de Economia, Yale University, em 1929)

“Aviões são brinquedos interessantes, mas sem nenhum valor militar” (Marechal Ferdinand Foch, Professor de Estratégia, École Superieure de Guerre, Paris, e herói da Primeira Grande Guerra)

“Tudo que podia ser inventado, já o foi” (Charles Duell, Diretor do Departamento de Patentes dos Estados Unidos, em 1899)

“A teoria dos germes de Louis Pasteur é uma ficção ridícula” (Pierre Pachet, Professor de Fisiologia em Toulouse, 1872)

“640 k é mais do que suficiente para qualquer um” (Bill Gates, em 1981)

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out 31 2007

Old times…

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out 31 2007

IUREITU

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Propositalmente coloco o texto abaixo neste espaço, para reforçar o espírito (!?) amplo do que aqui desejo registrar. Trata-se do lançando da IUREITU – Igreja Universal do Reino de Tupã. Eis as principais razões para a fundação de uma religião dedicada a cultuar o Deus Tupã:

- É um Deus Brasileiro de origem.
- Só deseja o bem dos guerreiros, além de atribuir a eles várias virgens após as batalhas ou caçadas bem sucedidas.
- Prega a integração do homem à natureza, inclusive quanto à vestimenta (todo mundo nu).
- Como tem origem indígena, alguns ‘valores’ de outros povos estão ausentes: propriedade de bens, notadamente de bens imóveis, direito sucessório, moeda, inveja, ciúme, etc.

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out 31 2007

Introdução, essências e reminiscências - provocação inicial

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Esta seção surgiu de duas originalmente estruturadas no início deste blog: ‘Espaço religioso’ e ‘Espaço ateu’. Daí evoluiu para este ‘Espaço ecumênico’ no sentido mais amplo que isso possa ter, inclusive da antítese que é o ateísmo, ou o quase isso que seria o agnosticismo.

Para mostrar logo de início os dois lados:

  • Na década de 1970 participava de movimento cristão de jovens no saudoso Colégio Cearense, em Fortaleza, e fundamos na época um grupo chamado ACEVA, do “Amai-vos Como Eu Vos Amei“. Pergunto: precisa de mais alguma coisa ? Não interessa nem se ele existiu mesmo nos (mil) moldes que o homem pós (?) - moderno o concebe e o cultua nas dezenas de milhares de seitas e religiões existentes e por existir. JC, o homem, o Deus, o homem-Deus, o pensamento.
  • A idéia também é postar material de conteúdo ateu, uma gente muitas vezes oprimida diante das milhares de seitas e religiões existentes no mundo. Alguém aí já ouviu falar de “Deus - um delírio”, livro de Richard Dawkins ? Quem quiser ler mais, além do livro é claro, veja: http://p.php.uol.com.br/tropico/html/textos/2915,1.shl

 

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out 31 2007

Poeminha do Contra (Mario Quintana 1)

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“Todos esses que aí estão
atravancando meu caminho,
eles passarão…eu passarinho!”

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out 31 2007

Iniciando

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“Universidade,
Um universo em diversidades,
‘universitas’,
onde tudo cabe”

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A proposta aqui é fornecer um espaço para se discutir a Universidade. Aprendi, desdes os primeiros tempos que ali, na ‘universitas’, é o lugar por excelência onde a sociedade pode, e deve, discutir tudo. Ali (e aqui) em princípio não deve caber cabrestos. Autores e livros proibidos, temas claramente ou subliminarmente encobertos, professores malditos, nada disso cabe aqui, na Zuniversitas.

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out 31 2007

Aperitivo

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Nesse espaço colocarei Artigos, científicos ou não, e textos das mais variadas fontes. Como aperitivo, inicio com a Introdução do artigo que escrevi recentemente sobre Hipertexto, com publicação prevista para o mês de novembro em livro organizado por alunos e professores do Mestrado em Educação e Contemporaneidade da Uneb-Universidade do Estado da Bahia.

HIPERTEXTO: EVOLUÇÃO HISTÓRICA, a epopéia da comunicação do homem, das pinturas rupestres em CAVERNAS À WEB 2.0 INTRODUÇÃO

“…teremos que aprender a viver de outro modo, a pensar de outro modo, a ensinar de outro modo.”
Jorge Larrosa

É inegável a importância do hipertexto no mundo contemporâneo sob os efeitos da revolução da tecnologia da informação e do novo paradigma sociotécnico que presenciamos atualmente (CASTELLS, 2006). A tônica do mundo moderno é a velocidade das transformações, vivemos hoje sob a égide da “Lei de Moore” [1] que prevê a duplicação da capacidade dos microships a cada dezoito meses.
As novas tecnologias da informação, inclusive o hipertexto, não devem ser consideradas como meros instrumentos ou ferramentas e sim como processos transformadores do homem e da própria sociedade. Atualmente, no contexto digital usuários e criadores têm o potencial de confundir-se no mesmo ente, esta é a proposta do hipertexto. Relevante ressaltar que, ao considerarmos o hipertexto como uma das mais marcantes e revolucionárias tecnologias da informação e da comunicação, ele também se enquadra, enquanto tecnologia que é, na “Primeira Lei de Kranzberg”, que preconiza: “A tecnologia não é boa, nem ruim e também não é neutra” (CASTELLS, 2006). No mesmo caminho enfatiza Schaff: “Nenhum avanço do conhecimento humano é em si reacionário ou negativo, já que tudo depende de como o homem o utiliza como ser social: uma mesma descoberta pode ser utilizada pelo homem para abrir caminho a um novo paraíso ou a um novo inferno…” (1995).
Estabelecer a trajetória do hipertexto na história humana, destacando as principais personagens e eventos, desde a pré-história aos dias atuais, bem como apresentar as principais críticas ao tema e os perspectivas atuais, são os objetivos deste artigo.

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out 31 2007

Poetar

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“O poeta tem a tarefa de dissolver um copo de verdade em um litro de água.
Há quem tente colocar um litro d´água numa gota de verdade,
e não cabe.”
                                                            (António Vieira, cordelista baiano)

 

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out 30 2007

L.I.V.R.O.

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Começo com o texto motivacional do Millor:

L.I.V.R.O.

Um novo e revolucionário conceito de tecnologia de informação.Na deixa da virada do milênio, anuncia-se um revolucionário conceito de tecnologia de informação, chamado de Local de Informações Variadas, Reutilizáveis e Ordenadas - L.I.V.R.O.

L.I.V.R.O. representa um avanço fantástico na tecnologia. Não tem fios, circuitos elétricos, pilhas. Não necessita ser conectado a nada nem ligado. É tão fácil de usar que até uma criança pode operá-lo. Basta abri-lo! Cada L.I.V.R.O. é formado por uma seqüência de páginas numeradas, feitas de papel reciclável e capazes de conter milhares de informações. As páginas são unidas por um sistema chamado lombada, que as mantêm automaticamente em sua seqüência correta.Através do uso intensivo do recurso TPA - Tecnologia do Papel Opaco - permite-se que os fabricantes usem as duas faces da folha de papel. Isso possibilita duplicar a quantidade de dados inseridos e reduzir os seus custos pela metade!Especialistas dividem-se quanto aos projetos de expansão da inserção de dados em cada unidade. É que, para se fazer L.I.V.R.O.s com mais informações, basta se usar mais páginas. Isso, porém, os torna mais grossos e mais difíceis de serem transportados, atraindo críticas dos adeptos da portabilidade do sistema.Cada página do L.I.V.R.O. deve ser escaneada opticamente, e as informações transferidas diretamente para a CPU do usuário, em seu cérebro. Lembramos que quanto maior e mais complexa a informação a ser transmitida, maior deverá ser a capacidade de processamento do usuário.Outra vantagem do sistema é que, quando em uso, um simples movimento de dedo permite o acesso instantâneo à próxima página. O L.I.V.R.O. pode ser rapidamente retomado a qualquer momento, bastando abri-lo. Ele nunca apresenta “ERRO GERAL DE PROTEÇÃO”, nem precisa ser reinicializado, embora se torne inutilizável caso caia no mar, por exemplo.O comando “browse” permite fazer o acesso a qualquer página instantaneamente e avançar ou retroceder com muita facilidade. A maioria dos modelos à venda já vem com o equipamento “índice” instalado, o qual indica a localização exata de grupos de dados selecionados.Um acessório opcional, o marca-páginas, permite que você faça um acesso ao L.I.V.R.O. exatamente no local em que o deixou na última utilização mesmo que ele esteja fechado. A compatibilidade dos marcadores de página é total, permitindo que funcionem em qualquer modelo ou marca de L.I.V.R.O. sem necessidade de configuração.Além disso, qualquer L.I.V.R.O. suporta o uso simultâneo de vários marcadores de página, caso seu usuário deseje manter selecionados vários trechos ao mesmo tempo. A capacidade máxima para uso de marcadores coincide com o número de páginas.Pode-se ainda personalizar o conteúdo do L.I.V.R.O. através de anotações em suas margens. Para isso, deve-se utilizar um periférico de Linguagem Apagável Portátil de Intercomunicação Simplificada - L.A.P.I.S. Portátil, durável e barato, o L.I.V.R.O. vem sendo apontado como o instrumento de entretenimento e cultura do futuro. Milhares de programadores desse sistema já disponibilizaram vários títulos e upgrades utilizando a plataforma L.I.V.R.O.
(Millôr Fernandes)

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