Archive for the 'Baú de livros' Category

mai 16 2008

Caminhando e Cantando

Published by zeducando2 under Baú de livros, Midiateca

Fazendo uma sexta um pouco fora dos padrões deste espaço (sem piadas ou causos), segue a “canção tema” deste blog, ”Prá não dizer que não falei de flores”, de Geraldo Vandré, também homenageando os 40 anos de 1968, certamente um dos mais densos da história do ocidente moderno e de nosso próprio país.

E uma excelente dica para todos: livros em mp3, mais uma possibilidade do ciberespaço, no site “Áudio livros em mp3″, onde se pode baixar e ouvir (!) livros como este do Zuenir Ventura: 1968 - O ANO QUE NÃO TERMINOU !  :)
[vodpod id=ExternalVideo.551665&w=425&h=350&fv=%26rel%3D0%26border%3D0%26] from br.youtube.com posted with vodpod

 

Clique abaixo para ver a letra da música:

Continue Reading »

No responses yet

abr 23 2008

Educação, Tecnologias e Representações Sociais

Published by zeducando2 under Baú de livros, Zuniversitas

Republicando hoje este post de 14 de março, com a parte final contendo comentários sobre erros e destaques deste livro.

==================================================================

No momento em que vejo este blog ser acessado nos quatro continentes (faz de conta que não conheço a possibilidade técnica do proxy, é melhor para o ego de qualquer um), me vejo lançando um livro em papel, o primeiro, juntamente com outros autores, alunos e professores, da Universidade do Estado da Bahia - Uneb.

No início deste blog, em outubro do ano passado, postei, como “aperitivo“, a introdução do artigo que escrevi para este livro, intitulado originalmente:  “HIPERTEXTO: EVOLUÇÃO HISTÓRICA, A EPOPÉIA DA COMUNICAÇÃO DO HOMEM, DAS PINTURAS RUPESTRES EM CAVERNAS À WEB 2.0″. No livro o título do artigo ‘encolheu’ um pouco e saiu assim: “HIPERTEXTO: DAS PINTURAS RUPESTRES EM CAVERNAS À WEB 2.0″.

Valendo-me da liberdade que este mundo hipertextual e hipermidiático nos oferece, posto a seguir a íntegra da primeira versão deste trabalho, um pouco diferente do que saiu impresso.

          Como não poderia deixar de ser, também faço questão de registrar aqui a crítica de que o meu texto, e os de outros autores, sobretudo os que escreveram mais sobre Tecnologia, infringiu a Lei de Moore, pois o início da gestação do artigo data de mais ou menos março do ano passado, portanto temos quase um ano até o lançamento do livro, e em Tecnologia um ano é muito.

          Hoje, portanto, completo a ‘trilogia básica da vida’ que meu pai tanto falava: plantar uma árvore, ter um filho e escrever um livro.  

Para baixar o artigo, numa de suas primemiras versões, ainda com o título original e com o abstract, acesse: 

http://www.divshare.com/download/4055575-792

Após dois lançamentos deste livro, um em 14 de março e outro em 04 de abril, e depois de degustar página a página as preciosidades ali contidas, faço agora na continuação deste post, comentários, em duas seções abaixo, sobre os erros que consegui enxergar e os destaques que mais me tocaram.

Esclareço que o que escrevo aqui se refere principalmente à primeira parte do livro, “Educação e Tecnologias da Informação e Comunicação”.

Sobre a segunda parte, coloco apenas no final uma bela citação-poesia que para mim sintetiza as Representações Sociais no âmbito educacional.

Continue Reading »

12 responses so far

mar 31 2008

Imperialismo digital… via Internet

Published by zeducando2 under Baú de livros

patriciapeck.jpg 

 

direito_digital_2ed.jpg

  • Qual o custo que um país tem ao possibilitar a seus cidadãos a conexão à grande rede ?
  • Há realmente necessidade de se criar uma legislação própria para se tipificar os crimes na ‘nova era’ da Internet ?
  • O que são ‘grileiros virtuais’, o que é ‘cybersquatting’ e ‘typosquatting’ ?

Essas e outras questões foram postas pela advogada Patrícia Peck em seu livro “Direito Digital“.

Transcrevo, a título motivacional, três trechos correlatos às perguntas acima, retirados do livro:

1) “…Ser um jurista nesta nova era pode significar ter que mediar uma situação como a seguinte: os Estados Unidos rejeitaram, recentemente, um compromisso internacional sobre repartição de custos entre provedores de tráfego global de Internet. Que implicação isso tem, para nós e para o Direito Penal ? Pelo sistema em vigor, os provedores estrangeiros pagam o custo total da conexão com os Estados Unidos, embora o tráfego seja bidirecional. Estamos falando de um custo anual de mais de US$ 5 bilhões para pagar o tráfego de Internet gerado pelos usuários nos Estados Unidos. Conta esta que deve ser paga pelos outros países. Não seria esta uma nova forma de imperialismo ? Qual o preço que os países em desenvolvimento devem pagar por tal modalidade ? A que custo social ? Como equilibrar a balança de pagamento com a crescente saída e entrada de produtos e serviços virtuais ? Como equilibrar os juros quando importamos tecnologia e mão-de-obra qualificada e ainda temos de pagar pelo fluxo de informação que sai do país em direção aos Estados Unidos via Internet ? Quando temos de pagar a conta da implantação de backbones submarinos ? Se não é o Estado quem paga, é a sociedade, são as empresas, o que, de qualquer modo, acaba por se refletir nos preços, nos custos operacionais, na capacidade competitiva, na diminuição da margem de lucro, no desemprego, na recessão. Como bem lembra Peter Drucker, se o conhecimento não tem mais fronteiras, como garantir que o direito de propriedade, que é o que autoriza ao Estado o Poder de Pólícia, que é o que justifica a força pela defesa da Soberania, que é o que nos faz civilizados ? Seria obrigação dos governos resolver essas questões no âmbito internacional ? Seria uma obrigação do Itamaraty defender os interesses dos brasileiros ao livre acesso a baixo custo do tráfego internacional de informação ? Teriam todos os cidadãos do mundo o direito a participar desta cadeia de globalização ? Como equilibrar o analfabetismo digital ? Situações como estas, em caráter supranacional, e mujitas outras, principalmente no tocante a relações comerciais e relações com o consumidor, serão cada vez mais comuns e mais complexas”…

(páginas 161 e 162, 1ªEdição)

2) “O crime virtual é, em princípio, um crime de meio, ou seja, utiliza-se de um meio virtual. Não é um crime de fim, por natureza, ou seja, aquele cuja modalidade só ocorra em ambiente virtual, à exceção dos crimes cometidos por hackers, mas de algum modo podem ser enquadrados na categoria de estelionato, extorsão, falsidade ideológica, fraude, entre outros. Isso quer dizer que o meio de materialização da conduta criminosa é que é virtual, não o crime. A maioria dos crimes cometidos na rede ocorre também no mundo real. A Internet surge apenas como um facilitador, principalmente pelo anonimato que proporciona. Portanto, as questões quanto ao conceito do crime, delito, ato e efeito são as mesmas, quer sejam aplicadas para o Direito Penal, quer para o Direito Penal Digital. As principais inovações jurídicas trazidas no âmbito digital se referem à territorialidade e à investigação probatória e há necessidade de tipificação penal de algumas modalidades que devido a suas peculiaridades merecem ter um tipo penal próprio. Os crimes virtuais têm modalidades distintas, dependendo do bem jurídico tutelado. Neste sentido, podemos dar como exemplo o Crime de Correspondência Eletrônica, que tem como bem jurídico tutelado o e-mail, ou seja, o que se quer proteger é a transmissão de dados e coibir o uso de e-mail para fins delituosos como o ‘e-mail bombing’, o ‘e-mail com vírus’, o ’spam’. Este tipo penal protege também a inviolabilidade das correspondências eletrônicas.

  • No Brasil, a tendência é de que sejam tipificadas algumas condutas criminosas da Internet. Na Câmara, o deputado Luiz Piauhylino apresentou proposta para tipificação de sete novos crimes de informática, entre eles a obtenção de informações pessoais e segredos de negócios, e ainda para que sejam considerados crimes o acesso indevido a redes de computadores e a veiculação de pornografia na rede, sem aviso prévio aos internautas.
  • Na China, um hacker de 36 anos foi condenado à morte por um tribunal. Sua sentença deve-se ao desvio de US$ 200 mil de uma conta bancária entre maio e agosto de 1990.
  • A legislação que está sendo discutida no Congresso americano de combate ao terrorismo irá considerar pequenos crimes cibernéticos como atentados, determinando até a prisão perpétua para os hackers. A Anti-Terrorism Act (ATA) classifica de forma indevida pequenos crimes, por exemplo, invasões de computadores (que já têm punição prevista em outras leis americanas), como verdadeiros atentados, o que pode levar o autor à prisão perpétua.
  • Julgamento pelo STF (Sepúlveda Pertence) de habeas corpus (76.689/PB, 22-9-98) sobre crime de computador: ‘Não se trata no caso, pois de colmatar lacuna da lei incriminadora por analogia: uma vez que se compreenda na decisão típica da conduta criminada, o meio técnico empregado para realizá-la pode até ser de invenção posterior à edição da lei penal: a invenção da pólvora não reclamou redefinição do homicídio para tornar explícito que nela se compreendia a morte dada a outrem mediante arma de fogo’”.

(páginas 124 a 126, 1ªEdição)

3) “Por ser uma ‘Nova Terra’, o espaço virtual atrai também aproveitadores, oportunistas, verdadeiros ‘grileiros’ virtuais, indivíduos que registram nomes e marcas conhecidas. Com a finalidade de negociar o domínio com as empresas detentoras das marcas, tomam posse de terrenos que serão procurados pelos usuários quando buscarem essas marcas. Há também aqueles que registram domínios utilizando marcas famosas de modo depreciativo: por exemplo, um domínio ‘euodeiofulano.com.br’ é tão nocivo à marca fulano quanto um domínio ‘fulano.com.br’ registrado por alguém que não tem qualquer ligação com a referida empresa. Mesmo que alguém monte uma página repleta de frases depreciativas e nunca mais a utilize, transformando-a no que podemos chamar de ‘terrenos baldios da Internet’, essa página sempre acabará aparecendo nas pesquisas de quem busca a tal empresa pelo nome da marca. Além da prática do cybersquatting, que é quando uma empresa registra o domínio de uma marca famosa e tenta ganhar dinheiro com isso, a outra modalidade conhecida é o typesquatting, que ocorre quando uma empresa registra um domínio de marca famosa  com pequenos erros de digitação, como, por exemplo, netcsape.com. Ambas são ilegais e podem ser consideradas como práticas extorsivas. O problema pode ser multiplicado se for confirmado um movimento que ganha força nos fóruns internacionais que discutem o funcionamento da rede: o aumento das opções de TLDs (Top Level Domains, as terminações de endereço eletrônico aceitas como padrão na rede). São utilizadas as terminações .gov (para órgãos governamentais), .edu (para instituições de ensino), .int (para determinadas instituições), .com, .net e .org (para os demais). Porém, essas terminações estão sendo ampliadas, passando-se a aceitar outras, como .biz, .bank, .shop, .travel, .news, .tv, etc. Para alguns, tais terminações deveriam ser livres, o que tem gerado situações inusitadas: os dirigentes de um país como Tuvalu (uma ilhota no Pacífico Sul que tira seu sustento da venda de cocos e selos para colecionadores, e detém a terminação .tv, obviamente visada por empresas de comunicação de todo o planeta) estudam vender essa terminação para uso geral e lucrar com isso bem mais qeu o PIB anual da ilhota. Se ocorrer o caso extremo, com a liberação geral das terminações, provavelmente os grileiros voltarão a atacar com força total”.

(páginas 65 e 66, 1ªEdição)

Na mesma direção deste tema, vale a pena ler o que foi publicado por Mário Persona, em seu ‘café’, sob o título “Encarando o novo, sem dor de barriga“.

 

==> Atualizo hoje este post ainda no sentido de comentar-divulgar esta obra, informo que a mesma encontra-se em segunda Edição, ampliada, com novos temas.

 

 

No responses yet

mar 08 2008

Deus - uma dúvida

Com este título, o psicólogo e escritor Ezio Flavio Bazzo publicou artigo no jornal Correio Brasiliense (01/03/08), comentando três livros dos quais já li e comentei neste blog o primeiro: “Deus - um delírio” (Richard Drawkins), ”O Espírito do Ateísmo” (André Comte Sponville) e ”Carta a uma nação cristã” (Sam Harris).

 deus_um_delirio2.jpg          espirito_do_ateismo.jpg          carta_nacao_crista.jpg

Divido com vocês nesse “Espaço ecumênico”, colocando também no ”Baú de livros”, quatro trechos do artigo referido:

1) …Daí o espirituoso alerta de Harris: “Os que têm o poder de eleger presidentes, deputados e senadores - e muitos dos que são eleitos - acreditam que os dinossauros sobreviveram aos pares na arca de Noé, que a luz das galáxias distantes foi criada a caminho da Terra e que os primeiros membros da nossa espécie foram modelados a partir do barro e do hálito divino, em um jardim com uma cobra falante e pela mão de um Deus invisível”.

2) E o mais bizarro de tudo isso é que esse Deus absconditus* tem sido o motivo principal de muitas chacinas, de muitas imposturas e de incontáveis sofrimentos. Se pelo menos aparecesse, desse uma pista aos homens de pouca fé… Mas não, prefere o anonimato e a clandestinidade. Insiste em habitar o invisível, fato que, para o filólogo Comte-Sponville, é simplesmente espantoso. Um Deus que se esconde com tanta obstinação! “Segia mais simples e mais eficaz - diz - Deus consentir em se mostrar, pois, se quisesse que eu acreditasse nele, resolveria num instantinho este assunto (…) Um Deus oculto ! Os humanos só se escondem quando têm medo ou vergonha, mas Deus ?”

3) … Noruega, Islândia, Canadá, Austrália, Suiça, Suécia, Bélgica, Japão, Holanda, Dinamarca e Reino Unido estão entre as sociedades menos religiosas da Terra. De acordo com o Relatório do Desenvolvimento Humano das Nações Unidas (2005), essas sociedades também são as mais saudáveis, segundo os indicadores da expectativa de vida, alfabetização, renda per capita, nível educacional, igualdade entre os sexos, taxa de homicídios e mortalidade infantil. Inversamente, os 50 países que ocupam os lugares mais baixos, segundo o índice de desenvolvimento humano das Nações Unidas, são inabalavelmente religiosos.

4) …Dawkins nos lembra que, quando perguntaram a Bertrand Russell o que ele diria se morresse e se visse confrontado por Deus, exigindo saber por que Russell nunca acreditou nele, este teria respondido: “Não havia provas suficientes”.

* Deus absconditus = Deus escondido

O texto completo você encontra em: http://www.redehumanizasus.net/node/50

No responses yet

fev 22 2008

SUPERINTERESSANTE, de 1987 a 2006

Published by zeducando2 under Baú de livros

superinteressante.jpg

Mais um sinal dos novos tempos ?

Editores da Revista Superinteressante liberaram, no endereço abaixo, todo o conteúdo das edições de 1987 a 2006.

Foi liberalidade ou foi pressão ? As novas mídias, os novos meios, o novo mundo hipertextual proporcionado pela grande rede tem revolucionado o(s) direito(s), o autoral e o de propriedade principalmente.

De uma ou de outra forma, bom proveito !

Atualização por sugestão do José Luis: Infelizmente, algumas edições têm apenas parte de conteúdo disponível (2005 e 2006). Espero que à medida que o tempo passa cada vez mais conteúdo seja tornado disponível. ;-)

José Luis

http://super.abril.com.br/super2/superarquivo/

One response so far

fev 18 2008

Freakonomics, interpretações economias inusitadas

Published by zeducando2 under Baú de livros

freakonomics.jpg 

FREAKONOMICS (economia excêntrica, mal traduzindo…) é um livro de Steven D. Levitt (economista de Harvard, profesor de Chicago, ganhador do prêmio Clark de melhor economista com menos de 40 anos,  mas completamente heterodoxo) e Stephen Dubner, jornalista do New York Time. É um troço muito louco, mostra que o senso comum (o que ele e outros economistas chamam de “sabedoria convencional” - conventional wisdom) muitas vezes está… ERRADO !  O livro trata, entre outras coisas (mas tudo com base em estatísticas): qual a semelhança entre professores desonestos e lutadores de sumô ? a ku-klux-klan e os corretores de imóveis ? porque os traficantes continuam morando com suas mães ? onde foram parar todos os criminosos ? (essa é braba, resumidamente: nos anos 80 havia previsões catastróficas sobre os níveis de criminalidade nos EUA… todas as medidas foram adotadas… e nada, e na década de 90, quando se previa o pior, horizontes negríssimos, sem trocadilhos, a criminalidade decaiu… sabe por quê? os autores explicam pelo efeito da liberação do aborto 15/20 anos antes !!! é mole ? e tudo com base matemática !

A seguir, comentários de dois amigos, o segundo é professor de Economia binacional: EUA e Brasil.

1) Realmente muito interessante. A tese sobre a validade (ou não!) da “sabedoria convencional” deveria servir de alerta para todos.
…”sabedoria convencional”. Este termo, segundo explicado no terceiro capítulo deste livro, foi cunhado pelo conhecido economista John Kenneth Galbraith, e se refere à associação entre verdade e conveniência. O comportamento econômico e social na vida real é extremamente complexo. Entendê-lo e analisá-lo com profundidade requer trabalho e tempo, fora do alcance ou da vontade da maioria das pessoas. Logo, estas tendem a aderir a uma visão do tema em questão que seja simples de entender, conveniente, confortável e que esteja de acordo com seus credos e valores, ainda que muitas vezes incorreta.

(2) Tenho visto o livro nas livrarias, mas nunca tive curiosidade de ler. Para começar o título é maluco mesmo. Freak quer dizer excêntrico, louco desajustado etc. qualquer título tirado do chapéu serve. A moda esses dias é pegar qualquer coisa desconexa e tentar ligar com algo que fará sentido usando as coincidências como verdades. “Tamo” lascado mesmo. Mas o povo gosta dessas coisas. Eu, se tomasse cerveja, prefira o líquido do que essas palavras soltas. Para começar, economia não faz muito sentido do ponto de vista científico, não se pode fazer ciência pensando nas consequências no bolso. Porém, dé pra gente se divertir sobre as emoções dos humanos. Você sabia que os humnims (não sei se a ortografia esta correta) ou os cavlos na sage de Gulliver chamavam uns animais parecido com os humanos de Yahoos porque eles eram meio idiotas? Pois aqui estamos, vivendo na era dos yahoos. A economia ta mais freak do que sempre foi. Para quem sabe traçar bem as palavras da pra escrever coisas interessantes. Pois vivemos numa loucura interessante, mas é necessário por as coisas num formato que as tornem interessantes. Economia é coisa de louco, e os economistas só entendem o passado, mas pelo retrovisor dá pra se prever tudo.

No responses yet

jan 18 2008

Jogo de percepção geográfica (from Rosana)

Published by zeducando2 under Baú de livros

Vejam que jogo interessante no link abaixo. Nome original: “The Traveler IQ Challenge”. Num mapa mundi, você tem que colocar, o mais rápido que puder, o ponteiro no local mais próximo de cidades, capitais, marcos famosos, etc. O jogo aponta a distância entre o ponto procurado e o indicado por você, e informa em quanto tempo você conseguiu dar a sua resposta. A pontuação vai sendo acumulada de fase em fase, cada vez mais difícil.

Resolvi postar neste “Baú de Livros” porque na verdade não deixa de ser uma espécie de “livro” de Geografia, com os recursos que a nova tecnologia permite.

http://www.travelpod.com/traveler-iq?002c=2698

No responses yet

jan 06 2008

Mais dicas de livros (from Talmir Quinzeiro)

Published by zeducando2 under Baú de livros


No responses yet

nov 27 2007

Language Guide

Published by zeducando2 under Baú de livros

Muito interessante este ‘livro’: imagem, texto e som variados em Inglês, Espanhol, Francês, Alemão, Italiano, Português, Russo, Hebráico, Árabe, Mandarin e Japonês, divididos em grupos por assuntos. Vela a pena ver ! 

Language Guide: http://www.languageguide.org/

One response so far

nov 18 2007

Sobre o Óbvio (de Darcy Ribeiro)

Published by zeducando2 under Baú de livros

Para quem tem interesse em Educação (quem sabe ler que não tem ?), sugiro a leitura do texto “Sobre o Óbvio” (http://www.divshare.com/download/2796150-e0f), tirado do livro de mesmo nome, uma coletânea de textos do autor atualmente esgotada nas livrarias. Ganhei este livro de um amigo Professor que o havia comprado num sebo no Rio. Outro amigo pediu emprestado, até hoje não devolveu… ”São Google” me socorreu e eu encontrei o texto na Internet, compartilhando agora com vocês via divShare. Das várias ‘obviedades’ a que ele se refere, a principal em destaque é a ‘obviedade educacional’.

Como ‘aperitivo’, seguem dois trechos do texto/livro;

1) …” Como não admirar a classe desta nossa velha classe que no caso da terra, adota uma solução oposta à granjeira norte-americana; e no caso da educação, adota exatamente a solução comunitária yankee… Varia nos dois casos para não variar. Isto é, para continuar atendendo aos seus dois interesses cruciais: a apropriação latifundiária da terra e a santa ignorância popular. ”

2) …” O Brasil cria as suas primeiras escolas depois do desembarque da Corte. E as cria para formar um famulário local. Mas as organiza segundo o modelo napoleônico, federal e não municipalmente. Elas nascem como criações do governo central, estruturadas em escolas superiores autárquicas que não queriam ser aglutinadas em universidades. Nossa primeira universidade, só se ( ) em 1.923. E se cria por decreto, por uma razão muito importante, ainda que extra-educacional: o rei da Bélgica visitava o Brasil, e o Itamarati devia dar a ele o título de Doutor Honoris causa. Não podendo honrar ao reizinho como o protocolo recomendava, porque não tínhamos uma universidade, criou-se para isto a Universidade do Brasil. Assim, Leopoldo se fez doutor aqui também. Assim foi criada a primeira universidade brasileira. Uma universidade que, desde então, se vem estruturando e desestruturando, como se sabe. “

No responses yet

Next »