abr 11 2008

Criatividade não tem limite !

Published by zeducando2 under Midiateca, Zuniversitas

Idéia Essa é genial, quando brasileiro quer ser criativo ele é insuperável !

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No mesmo sentido dessa criação, vejam:

(1) Em http://josealcinoalano.vilabol.uol.com.br/manual.htm um aquecedor solar composto de embalagens descartáveis, lixo virando água quente.

(2) Em http://br.youtube.com/watch?v=GArQIAZNGrQ uma jangada feita do mesmo material.

Mas e a pergunta que não quer calar:

Cadê o governo para difundir isso ? Cadê a sociedade organizada ? As ONGs e c&a ? 

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abr 10 2008

Children see, children do

Published by zeducando2 under Midiateca

Educação é exemplo, exemplo e mais exemplo.

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abr 06 2008

Educação, neoliberalismo, modelo de negócio ?

Published by zeducando2 under Zuniversitas

Usando um processo dialético de se discutir e tratar a Educação, posto aqui o “case” publicado na revista Veja, Edição 2051, de 12 de março de 2008, sob o título “Modelo de negócio“ e o trabalho “Neoliberalismo, qualidade total e educação“.

No mesmo ‘rumo da prosa’ indico a reportagem da revista Época, de 22 de outubro de 2007, intitulada ‘O que estão ensinando às nossas crianças ?’.

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abr 05 2008

O caso do “Ipê-poste”

O ”Ipê-Poste“. Mais uma vez a mãe-natureza se manifesta da forma mais inusitada possível.

ipe_foto.jpg

Clique a seguir para ler a notícia “DA ENERGIA SE FEZ A VIDA” (autor desconhecido).

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abr 04 2008

Anúncio do Velhinho de Programa

Published by zeducando2 under Piadas e causos

Considerando que hoje é sexta, segue um anúncio-piada.


                    “VELHINHO DE PROGRAMA”

           

Velhinho dançandoIdoso charmoso, com lindos olhos meio verdes (cobertos com Cataratas), loiro (só dos lados), Atlético (sou torcedor), corpo malhado (pelo Vitiligo), e sarado (das doenças que já tive), um metro e noventa (sendo mais ou menos 1,20 de altura e 0,70 de largura). Atendo em motéis, residências, elevadores panorâmicos, etc.Só não atendo em “drive-in” por causa das dores na coluna.Alegro festa de Bodas de Ouro, convenções e excursões da terceira Idade.Meço pressão, aplico injeções e troco fraldas geriátricas, tudo com o maior charme.Atendo no atacado e no varejo. Traga suas amigas. Maiores de sessenta e cinco, por força de lei, não pagam, mas só terão direito a horário recomendável para a saúde.Serão concedidos descontos para grupos: quanto mais nova, maior o desconto.

Por questões de vaidade, não serão permitidas filmagens, pois, no momento, estou precisando operar uma hérnia inguinal, meio anti-estética.

Como fetiche, posso usar touca de lã, pantufas e cachecóis coloridos.

Outra vantagem: Já tenho “Parkinson” o que ajuda muito nas preliminares.

Total discrição, pois o “Alzheimer” me faz esquecer tudo que fiz na noite anterior.

Abraços,  velhinho

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abr 01 2008

Zé, from Vanessa da Mata (made in Youbtube)

Published by zeducando2 under Midiateca

Seguindo uma tendência recente neste blog, fundi a antiga Videoteca com a Discoteca, resultando nesta Midiateca.

E para começar, nada melhor que este videoclipe chamado, acredito que não por acaso, de “Zé”, na linda voz de Vanessa da Mata.

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mar 31 2008

Imperialismo digital… via Internet

Published by zeducando2 under Baú de livros

patriciapeck.jpg 

 

direito_digital_2ed.jpg

  • Qual o custo que um país tem ao possibilitar a seus cidadãos a conexão à grande rede ?
  • Há realmente necessidade de se criar uma legislação própria para se tipificar os crimes na ‘nova era’ da Internet ?
  • O que são ‘grileiros virtuais’, o que é ‘cybersquatting’ e ‘typosquatting’ ?

Essas e outras questões foram postas pela advogada Patrícia Peck em seu livro “Direito Digital“.

Transcrevo, a título motivacional, três trechos correlatos às perguntas acima, retirados do livro:

1) “…Ser um jurista nesta nova era pode significar ter que mediar uma situação como a seguinte: os Estados Unidos rejeitaram, recentemente, um compromisso internacional sobre repartição de custos entre provedores de tráfego global de Internet. Que implicação isso tem, para nós e para o Direito Penal ? Pelo sistema em vigor, os provedores estrangeiros pagam o custo total da conexão com os Estados Unidos, embora o tráfego seja bidirecional. Estamos falando de um custo anual de mais de US$ 5 bilhões para pagar o tráfego de Internet gerado pelos usuários nos Estados Unidos. Conta esta que deve ser paga pelos outros países. Não seria esta uma nova forma de imperialismo ? Qual o preço que os países em desenvolvimento devem pagar por tal modalidade ? A que custo social ? Como equilibrar a balança de pagamento com a crescente saída e entrada de produtos e serviços virtuais ? Como equilibrar os juros quando importamos tecnologia e mão-de-obra qualificada e ainda temos de pagar pelo fluxo de informação que sai do país em direção aos Estados Unidos via Internet ? Quando temos de pagar a conta da implantação de backbones submarinos ? Se não é o Estado quem paga, é a sociedade, são as empresas, o que, de qualquer modo, acaba por se refletir nos preços, nos custos operacionais, na capacidade competitiva, na diminuição da margem de lucro, no desemprego, na recessão. Como bem lembra Peter Drucker, se o conhecimento não tem mais fronteiras, como garantir que o direito de propriedade, que é o que autoriza ao Estado o Poder de Pólícia, que é o que justifica a força pela defesa da Soberania, que é o que nos faz civilizados ? Seria obrigação dos governos resolver essas questões no âmbito internacional ? Seria uma obrigação do Itamaraty defender os interesses dos brasileiros ao livre acesso a baixo custo do tráfego internacional de informação ? Teriam todos os cidadãos do mundo o direito a participar desta cadeia de globalização ? Como equilibrar o analfabetismo digital ? Situações como estas, em caráter supranacional, e mujitas outras, principalmente no tocante a relações comerciais e relações com o consumidor, serão cada vez mais comuns e mais complexas”…

(páginas 161 e 162, 1ªEdição)

2) “O crime virtual é, em princípio, um crime de meio, ou seja, utiliza-se de um meio virtual. Não é um crime de fim, por natureza, ou seja, aquele cuja modalidade só ocorra em ambiente virtual, à exceção dos crimes cometidos por hackers, mas de algum modo podem ser enquadrados na categoria de estelionato, extorsão, falsidade ideológica, fraude, entre outros. Isso quer dizer que o meio de materialização da conduta criminosa é que é virtual, não o crime. A maioria dos crimes cometidos na rede ocorre também no mundo real. A Internet surge apenas como um facilitador, principalmente pelo anonimato que proporciona. Portanto, as questões quanto ao conceito do crime, delito, ato e efeito são as mesmas, quer sejam aplicadas para o Direito Penal, quer para o Direito Penal Digital. As principais inovações jurídicas trazidas no âmbito digital se referem à territorialidade e à investigação probatória e há necessidade de tipificação penal de algumas modalidades que devido a suas peculiaridades merecem ter um tipo penal próprio. Os crimes virtuais têm modalidades distintas, dependendo do bem jurídico tutelado. Neste sentido, podemos dar como exemplo o Crime de Correspondência Eletrônica, que tem como bem jurídico tutelado o e-mail, ou seja, o que se quer proteger é a transmissão de dados e coibir o uso de e-mail para fins delituosos como o ‘e-mail bombing’, o ‘e-mail com vírus’, o ’spam’. Este tipo penal protege também a inviolabilidade das correspondências eletrônicas.

  • No Brasil, a tendência é de que sejam tipificadas algumas condutas criminosas da Internet. Na Câmara, o deputado Luiz Piauhylino apresentou proposta para tipificação de sete novos crimes de informática, entre eles a obtenção de informações pessoais e segredos de negócios, e ainda para que sejam considerados crimes o acesso indevido a redes de computadores e a veiculação de pornografia na rede, sem aviso prévio aos internautas.
  • Na China, um hacker de 36 anos foi condenado à morte por um tribunal. Sua sentença deve-se ao desvio de US$ 200 mil de uma conta bancária entre maio e agosto de 1990.
  • A legislação que está sendo discutida no Congresso americano de combate ao terrorismo irá considerar pequenos crimes cibernéticos como atentados, determinando até a prisão perpétua para os hackers. A Anti-Terrorism Act (ATA) classifica de forma indevida pequenos crimes, por exemplo, invasões de computadores (que já têm punição prevista em outras leis americanas), como verdadeiros atentados, o que pode levar o autor à prisão perpétua.
  • Julgamento pelo STF (Sepúlveda Pertence) de habeas corpus (76.689/PB, 22-9-98) sobre crime de computador: ‘Não se trata no caso, pois de colmatar lacuna da lei incriminadora por analogia: uma vez que se compreenda na decisão típica da conduta criminada, o meio técnico empregado para realizá-la pode até ser de invenção posterior à edição da lei penal: a invenção da pólvora não reclamou redefinição do homicídio para tornar explícito que nela se compreendia a morte dada a outrem mediante arma de fogo’”.

(páginas 124 a 126, 1ªEdição)

3) “Por ser uma ‘Nova Terra’, o espaço virtual atrai também aproveitadores, oportunistas, verdadeiros ‘grileiros’ virtuais, indivíduos que registram nomes e marcas conhecidas. Com a finalidade de negociar o domínio com as empresas detentoras das marcas, tomam posse de terrenos que serão procurados pelos usuários quando buscarem essas marcas. Há também aqueles que registram domínios utilizando marcas famosas de modo depreciativo: por exemplo, um domínio ‘euodeiofulano.com.br’ é tão nocivo à marca fulano quanto um domínio ‘fulano.com.br’ registrado por alguém que não tem qualquer ligação com a referida empresa. Mesmo que alguém monte uma página repleta de frases depreciativas e nunca mais a utilize, transformando-a no que podemos chamar de ‘terrenos baldios da Internet’, essa página sempre acabará aparecendo nas pesquisas de quem busca a tal empresa pelo nome da marca. Além da prática do cybersquatting, que é quando uma empresa registra o domínio de uma marca famosa e tenta ganhar dinheiro com isso, a outra modalidade conhecida é o typesquatting, que ocorre quando uma empresa registra um domínio de marca famosa  com pequenos erros de digitação, como, por exemplo, netcsape.com. Ambas são ilegais e podem ser consideradas como práticas extorsivas. O problema pode ser multiplicado se for confirmado um movimento que ganha força nos fóruns internacionais que discutem o funcionamento da rede: o aumento das opções de TLDs (Top Level Domains, as terminações de endereço eletrônico aceitas como padrão na rede). São utilizadas as terminações .gov (para órgãos governamentais), .edu (para instituições de ensino), .int (para determinadas instituições), .com, .net e .org (para os demais). Porém, essas terminações estão sendo ampliadas, passando-se a aceitar outras, como .biz, .bank, .shop, .travel, .news, .tv, etc. Para alguns, tais terminações deveriam ser livres, o que tem gerado situações inusitadas: os dirigentes de um país como Tuvalu (uma ilhota no Pacífico Sul que tira seu sustento da venda de cocos e selos para colecionadores, e detém a terminação .tv, obviamente visada por empresas de comunicação de todo o planeta) estudam vender essa terminação para uso geral e lucrar com isso bem mais qeu o PIB anual da ilhota. Se ocorrer o caso extremo, com a liberação geral das terminações, provavelmente os grileiros voltarão a atacar com força total”.

(páginas 65 e 66, 1ªEdição)

Na mesma direção deste tema, vale a pena ler o que foi publicado por Mário Persona, em seu ‘café’, sob o título “Encarando o novo, sem dor de barriga“.

 

==> Atualizo hoje este post ainda no sentido de comentar-divulgar esta obra, informo que a mesma encontra-se em segunda Edição, ampliada, com novos temas.

 

 

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mar 29 2008

O maior símbolo ocidental de todos os tempos

Published by zeducando2 under Espaço ecumênico

cruz1.jpg 

Ainda na ‘banguela da Semana Santa’, e independente de qualquer religião (ou de não-religião), o texto abaixo vale ser lido porque o símbolo, pelo menos no mundo ocidental, é o maior de todos, e a pena de Cony é sempre muito boa !

O MAIOR SINAL DE TODOS OS TEMPOS

Carlos Heitor Cony  

cony.jpg

Dois carpinteiros, numa oficina não muito longe do templo, estão aplainando duas peças de madeira.
A encomenda fora feita por alguém do palácio de Pilatos. Trabalham em silêncio, com suas ferramentas: a lâmina dentada para serrar, a lâmina polida para aplainar. Pouco depois, colocaram uma das peças cruzando a outra.
Antes do meio-dia, virão buscar aquele instrumento de ignomínia no qual deverá morrer um condenado. Na véspera, eles haviam entregado duas encomendas iguais para que nelas morressem dois ladrões, um de Jerusalém, outro de Samaria.
O trabalho termina: a cruz está pronta. Deixam-na do lado de fora, é um objeto que não será roubado por ninguém.
Os judeus nem sequer a tocariam. Os soldados romanos, que desprezavam tudo o que os judeus produziam, viriam apanhá-la para a execução do condenado.
Os dois carpinteiros fecham a oficina; um deles vai beber na nova taberna aberta no caminho que leva a Jericó; o outro se dirige para casa, pouco antes da porta de Damasco. Eles não sabem que acabaram de criar o maior símbolo da história.
Nem Fídias, nem Michelangelo, ao esculpirem mármores imortais, jamais fizeram algo que se aproximasse da universalidade daqueles dois madeiros cruzados.
Erguida num morro próximo à cidade, que desde os tempos de Davi chamavam de Gólgota, e que os romanos, supersticiosos, chamavam de Calvário (parecia um crânio sinistro e calvo), aquela cruz iniciaria sua trajetória mansamente.
Durante os próximos três séculos, enfrentaria a cólera dos imperadores de Roma. Venceria-os um a um.
Milhões de seres humanos morreriam com os olhos fixos naqueles dois madeiros atravessados. Em sua simplicidade, seria o instrumento mais poderoso produzido pela mão do homem.
Atravessaria os séculos em estandartes que conquistariam o Velho Mundo. E romperia os mares no mastro das caravelas que descobririam o Mundo Novo. Seria gravado a fogo no punho das espadas e também no escudo de aço dos cruzados. Encimaria o pórtico dos castelos. E, à sua sombra, peregrinos de todos os tempos procurariam refúgio e consolação.
Gosto de citar, à minha maneira e com as minhas palavras, o prefácio que Wilson Barrett escreveu para um romance que foi filmado pela Paramount ali pelos anos 30. Humberto de Campos, no Brasil, fez o mesmo. Giovanni Papini, na Itália, incorporou a mesma idéia em sua biografia de Cristo.
Dois simples madeiros, toscamente aplainados, foram reproduzidos em ouro e prata no peito de milhões de crentes e, transformados em mármore ou bronze, assinalariam milhões de túmulos daqueles que, confiados em sua fé, esperam a ressurreição dos mortos.
O gesto primário de quem assinala um ponto ou dele toma posse é repetido todos os dias, há mais de dois mil anos, na cabeça das crianças, no peito dos mortos, nas mãos que se casam, na testa daqueles que pedem bênção. E tudo nasceu naquela tarde em Jerusalém, quando dois carpinteiros aplainavam dois madeiros que nada significavam.
Em alguns lugares, a pena de morte por crucificação importava num suplício suplementar ao condenado: ele teria de levar o instrumento de sua tortura, a haste mais pesada. O braço seria pregado no local do sacrifício.
Assim fora feito na véspera, com as duas cruzes destinadas aos dois ladrões. Mas haviam recebido instruções para pregarem o braço na haste a fim de que o condenado daquela tarde tivesse maior peso para carregar. O que fizera ele para merecer um castigo a mais?
Só sabiam que era um forasteiro que viera ao templo para celebrar a Páscoa. Que crime cometera ele? Os dois carpinteiros ficariam assombrados se conhecessem o destino daquela encomenda. Nenhuma máquina fabricada pelo homem teria a formidável força daquele sinal.
Eles fecharam a oficina, um deles dirigiu-se à nova taberna onde - diziam - se bebia um vinho forte, produzido não longe dali, nos vinhedos de Jericó. O outro foi para casa, situada pouco antes da porta de Damasco, preparar-se para o Shabat - que começaria quando a primeira estrela, solitária, brilhasse sobre o deserto da Judéia.

(crônica publicada originalmente em 1997). Folha de São Paulo

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mar 21 2008

Jerome Murat (made in Zé_Google_Video 6)

Published by zeducando2 under Midiateca

 eastregs.jpg

Neste início de semana-santa, posto aqui na Videoteca do Zeducando o excelente vídeo “A Estátua”, de Jerome Murat. A experiência de trabalhar nas ruas, aliada a cursos de arte dramática e mímica, é a base do trabalho desse artista. Visitando um museu, encantado com a fascinação que a imobilidade das estátuas exerce sobre o público, Jérome teve a idéia de fazer uma estátua criar vida. Isto mudou sua carreira, e, desde então, Jérome se apresenta nos maiores espetáculos do mundo, como Crazy Horse, Cobrição Carlo, circo de Massy e Lido de Paris, na França, além de NGK Yoshimoto, no Japão, e Apollo Variedade, na Alemanha. Na estante do mágico, constam os seguintes campeonatos: The Golden Wand’ Monte Carlo e The Mandrake D’Or Award (Mandrake of Gold). (fonte: Portal JFMG)

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mar 20 2008

Professora com presença de espírito

Published by zeducando2 under Piadas e causos

 Como hoje é quinta com cara de sexta, posto um causo-piada. Nos meus áureos tempos de sala de aula passei por muitas situações semelhantes. Verídico ou não, segue o ‘causo’:

Uma professora universitária estava acabando de dar as últimas orientações para os alunos acerca da prova final que ocorreria no dia seguinte. Finalizou alertando que não haveria desculpas para a falta de nenhum aluno, com exceção de um grave ferimento, doença ou a morte de algum parente próximo. Um engraçadinho que sentava no fundo da classe,
perguntou com aquele velho ar de cinismo:
- Dentre esses motivos justificados, podemos incluir o de extremo cansaço por atividade sexual???
A classe explodiu em gargalhadas, com a professora aguardando pacientemente que o silêncio fosse restabelecido. Tão logo isso ocorreu, ela olhou para o palhaço e respondeu:
- Isto não é um motivo justificado. Como a prova será em forma de múltipla escolha, ou seja, é apenas assinalar um X, você pode vir para a classe e escrever com a outra mão… Ou, se não puder sentar-se, poderá respondê-la  em pé.

Aconteceu (?) na PUC-RS

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